Ir para o conteúdo

Siga-nos nas redes sociais!

Facebook-f Instagram Tiktok Linkedin
São Carlos Horizontal
  • Quem Somos
  • Serviços
  • Ofertas
  • Lojas
    • Ribeirão Preto
    • Matão
    • Pirassununga
    • Jardinópolis
  • Blog
  • Contato
  • Quem Somos
  • Serviços
  • Ofertas
  • Lojas
    • Ribeirão Preto
    • Matão
    • Pirassununga
    • Jardinópolis
  • Blog
  • Contato

Celular na Infância: Um Guia Completo para Pais Preocupados

Na era digital que vivemos, os celulares se tornaram parte integrante do nosso dia a dia. Mas, e quando se trata das crianças? Quando podemos dar celular para elas? Quais são os riscos do uso precoce das telas? Como podemos evitar o uso excessivo sem precisar recorrer ao celular?

Neste artigo, vamos abordar essas questões com base em pesquisas confiáveis e te ajudar a tomar decisões conscientes sobre o uso de celulares na infância.

Quando dar celular para a criança?

A Academia Americana de Pediatria (AAP) não recomenda o uso de telas para crianças menores de 18 meses. Entre 18 e 24 meses, a exposição deve ser limitada a programas de alta qualidade por no máximo 1 hora por dia, sob a supervisão constante de um adulto. A partir dos 2 anos, a AAP sugere que os pais estabeleçam limites de tempo e conteúdo adequados à idade e ao desenvolvimento da criança.

Riscos do uso precoce das telas:

Atraso no desenvolvimento da linguagem: estudos demonstram que o uso excessivo de telas pode prejudicar o desenvolvimento da linguagem e da comunicação em crianças pequenas.

Dificuldades de aprendizagem: a exposição precoce às telas pode afetar a atenção, a concentração e a memória, habilidades essenciais para o aprendizado.

Problemas de sono: a luz azul emitida pelas telas pode interferir na produção de melatonina, o hormônio do sono, dificultando o sono das crianças.

Obesidade: o uso excessivo de celulares pode levar ao sedentarismo e, consequentemente, ao aumento do risco de obesidade.

Problemas de saúde mental: a exposição a conteúdos inadequados e o cyberbullying podem levar à ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental em crianças e adolescentes.

Dicas para evitar o uso excessivo de celulares sem precisar recorrer ao aparelho:

Ofereça outras atividades: incentive a leitura, brincadeiras ao ar livre, jogos de tabuleiro e outras atividades que estimulem a criatividade e o desenvolvimento da criança.

Seja um exemplo: as crianças aprendem pelo exemplo. Limite o seu próprio tempo de uso do celular e evite usá-lo na frente das crianças.

Crie regras claras: estabeleça regras sobre o uso de celulares, incluindo horários permitidos, tempo de tela e conteúdos adequados.

Use o controle dos pais: utilize os recursos de controle dos pais disponíveis nos dispositivos para limitar o acesso a aplicativos, sites e tempo de tela.

Converse com seu filho: explique os riscos do uso excessivo de telas e incentive-o a buscar outras formas de entretenimento e interação.

Lembre-se: o uso de celulares na infância deve ser feito com moderação e supervisão. Priorize o desenvolvimento físico, social e emocional da sua criança, oferecendo-lhe um ambiente rico em estímulos e experiências positivas.

A Drogaria São Carlos se preocupa com a saúde e o bem-estar das crianças. Em nosso blog, você encontra diversos conteúdos informativos sobre saúde infantil, além de dicas para um desenvolvimento saudável e feliz.

Visite-nos e converse com nossos farmacêuticos. Eles estão prontos para te orientar e ajudar a cuidar da saúde da sua família!

Referências:

Academia Americana de Pediatria (AAP): https://www.healthychildren.org/

Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP): https://www.sbp.com.br/

Organização Mundial da Saúde (OMS): https://www.who.int/

Compartilhe nas redes sociais:

Últimas Postagens

Fome emocional: a armadilha do cérebro exausto

Fome emocional: a armadilha do cérebro exausto

19 de agosto de 2026

A busca por doces, massas e carboidratos simples após um dia exaustivo no trabalho frequentemente é encarada como “falta de força de vontade”, mas trata-se de uma resposta neuroquímica involuntária do organismo. Diante de situações de estresse, a elevação crônica do hormônio cortisol sinaliza ao cérebro a necessidade urgente de glicose, o combustível de reação rápida, enquanto o consumo desses alimentos promove um alívio momentâneo ao estimular a liberação de serotonina e dopamina. Compreender os mecanismos por trás dessa dinâmica permite adotar estratégias preventivas para reequilibrar o sistema nervoso.

Você conhece a Síndrome do Coração Partido? Ela existe e é perigosa

Você conhece a Síndrome do Coração Partido? Ela existe e é perigosa.

12 de agosto de 2026

A expressão popular “morrer de amor” ou ter o “coração partido” possui um desfecho clínico real conhecido na cardiologia como Cardiomiopatia de Takotsubo. Disparada por fortes traumas emocionais ou estresse agudo, essa condição provoca uma descarga massiva de adrenalina que paralisa temporariamente parte do músculo cardíaco. O resultado é um quadro que mimetiza perfeitamente um infarto clássico, exigindo socorro imediato e evidenciando o impacto direto das emoções na saúde física do coração.

Angústia ao amamentar? Entenda o motivo.

Angústia ao amamentar? Entenda o motivo.

5 de agosto de 2026

A amamentação é frequentemente cercada de romantismo, mas a biologia por trás desse processo revela fenômenos surpreendentes e pouco discutidos. Desde a Disforia do Reflexo de Ejeção de Leite (D-MER), uma queda hormonal que causa tristeza súbita antes da descida do leite, até a capacidade do corpo materno de alterar a cor, o sabor e os anticorpos do leite em resposta à saúde do bebê, a ciência mostra que o peito é um sistema dinâmico, inteligente e complexo.

VEJA OUTROS CONTEÚDOS

News

Cadastre-se para receber novidades e promoções!

  • Política de Privacidade
  • Política de Entrega
  • Política de Privacidade
  • Política de Entrega

Siga-nos nas redes sociais!

Facebook-f Instagram Linkedin Tiktok

2025 | © Copyright | Todos os direitos reservados.

  • DW/tz